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Site atuallizado
 http://www.constanca.lucas.nom.br/
Escrito por CL às 12:31:37
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Na Praia de Sesimbra em 1964

Escrito por CL às 11:06:32
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Museu da Pessoa
Novo projeto do Museu da Pessoa,
o "Memórias da Literatura", dá a palavra a leitores comuns.
http://www.museudapessoa.net/index.shtmlhttp://www.museu-da-pessoa.net/Estréia no dia 30 de abril o projeto "Memórias da Literatura", uma iniciativa do Museu da Pessoa do Brasil e Museu da Pessoa de Portugal, com apoio da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. O projeto conta com um programa de 5 minutos diários nas rádios Cultura AM de São Paulo, Difusora AM de Jundiaí e Rádio Câmara FM de Brasília. Poderá também ser escutado no site do Museu da Pessoa ou baixado no formato podcast. O Museu da Pessoa trabalha com o registro de histórias de vida, e a sua socialização, organizando projetos temáticos a partir desses relatos. O "Memórias da Literatura" é um desses projetos, com o objetivo de apresentar uma visão diferenciada sobre o tema, aproximando escritores e leitores, e expondo nossas relações cotidianas com a literatura. Por isso mesmo, se valerá de relatos de autores, editores, bibliófilos e de qualquer pessoa que tenha alguma história interessante relacionada à literatura. Sintonize o "Memórias da Literatura" Rádio Cultura de São Paulo 1200 AM – 9h30 com reprise à tarde Rádio Câmara de Brasília 96,9 FM – 7h15 ou pelo site www.radio.camara.gov.brRádio Difusora de Jundiaí 810 AM – 10h45 e reprise de madrugada ou pelo site www.radiodifusorajundiai.com.br >
Escrito por CL às 13:13:45
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“Vieira da Silva no Brasil”
O Museu de Arte Moderna de São Paulo inaugura, no dia 26 de abril, a mostra “Vieira da Silva no Brasil”. A mostra estará aberta de 27 de abril a 3 de junho
Maria Helena Vieira da Silva, artista portuguesa (1908-1992)


Painel de azulejos 1943 (detalhe) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Patrimônio tombado pelo INEPAC
Informações tiradas do site : http://www.mam.org.br/
Escrito por CL às 05:52:18
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Flor sem tempo - Paulo de Carvalho
Escrito por CL às 05:19:12
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25 de abril
25 de Abril
Esta é a madrugada que eu esperava O dia inicial inteiro e limpo Onde emergimos da noite e do silêncio E livres habitamos a substância do tempo Sophia de Mello Breyner Andresen
Interpretado pela Andante:
http://porosidade-eterea.blogspot.com/
Escrito por CL às 14:52:16
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25 de abril de 2007

Categoria: olhares
Escrito por CL às 11:29:42
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Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor
Hoje, dia 23, comemora-se o Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor. Instituída pela Unesco em 1995, a data visa atrair a atenção das autoridades governamentais e da população para este que é um dos meios de transmissão de conhecimento mais universais e eficazes que existem. 
tríptico de Maria Helena Patrício Leite
inauguração da Biblioteca Municipal de Sesimbra, ocorrida em 14 de Dezembro de 1963 há 2 anos está no antigo e reformado/restaurado Cine-Teatro João Mota fui muito há Biblioteca de Sesimbra nos anos 60 e 70 fica aqui a minha homenagem
a foto e os dados sobre Sesimbra foram tirados do blog do João Aldeia http://sesimbra.blogspot.com/
Escrito por CL às 07:39:57
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Abril

Desenho digital de Constança Lucas 2007
Escrito por CL às 22:10:36
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urso polar Knut
O famoso filhote de urso polar Knut voltou nesta terça-feira a ser o foco das atenções no zoológico de Berlim, depois de ter passado a maior parte da segunda-feira recluso para tratar de uma dor de dentes.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/04/070417_knutcrescentiebc.shtml
Na segunda-feira, ele apareceu ao público por apenas cerca de 20 minutos, antes de ser levado para o tratamento.
De acordo com funcionários do zoológico, Knut não se sentiu bem, provavelmente porque o seu dente canino está nascendo.
Segundo o veterinário André Schule, do zoológico de Berlim, o ursinho está perdendo os dentes-de-leite e teve que ser medicado.
Knut está tomando analgésicos e antibióticos e, por isso, só se apresentou ao público durante meia hora no começo da semana.
O zoológico diz que, com a chegada dos dentes definitivos, cresce o perigo de infecções e, por isso, o filhote precisa de repouso.
Escrito por CL às 08:18:08
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Na Namaacha, junto à fronteira com a Suazilândia.

foto publicada no blog:
http://lusofolia.blogspot.com/
Lusofolia
Categoria: Link
Escrito por CL às 08:29:41
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Chocolates e Beijos - os dois são geniais
Estudo: chocolate é mais excitante do que o beijo
A pesquisa foi conduzida pelo britânico David Lewis, que trabalhou para a University of Sussex e hoje trabalha para o laboratório de pesquisas Mind Lab. "Não há dúvida de que o chocolate bate o beijo quando se trata de produzir uma sensação mais intensa no corpo e no cérebro", diz Lewis.
"Uma sensação que, em muitos casos, durou quatro vezes mais tempo do que o beijo mais apaixonado."

Efeito mais duradouro Embora o beijo tenha acelerado os batimentos cardíacos dos participantes, o efeito não durou tanto quanto o provocado pelo chocolate. Em alguns casos, os batimentos subiram de 60 por minuto em repouso para 140 por minuto após a ingestão do chocolate.
O estudo também mostrou que, à medida em que o chocolate se derretia, todas as regiões do cérebro eram estimuladas de forma mais intensa e mais longa do que quando os voluntários se beijavam. Embora muitos acreditem que as mulheres gostam mais de chocolate do que os homens, o estudo encontrou as mesmas reações ao alimento nos dois sexos.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/index.shtml
Escrito por CL às 16:57:58
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Capricho 43

Prémio Literário António Paulouro
CAPRICHO 43 de Carlos Vaz
A terceira obra da trilogia da experiência de Carlos Vaz será apresenta na próxima quarta-feira, dia 18, pelas 21h30m, na Feira do Livro de Braga - Braga - Portugal
Com Capricho 43, Carlos Vaz recebeu recentemente o prémio da literatura António Paulouro, e é, segundo o mesmo, a última obra da Trilogia da Experiência (juntamente com Seres de Rã e A Casa de Al’isse). Como o nome indica, a trilogia denomina-se desta forma, por nas obras referidas o autor procurar gerar novas experiências de leitura através de encontros com personalidades reais ou imaginárias. Na obra Capricho 43, Carlos Vaz procurou, desta vez, originar experiências com o encontro da série Caprichos, de Goya, principalmente com aquela que é intitulada de Capricho 43 e que deu origem ao título da obra. Por razões que têm a ver com este desenho, o autor confessou-nos que, de início, o livro estaria para se chamar O Sonho da Razão Produz Monstros. Na verdade esta é a verdadeira fórmula de leitura para todo o enredo da obra. Logo nas primeiras páginas do livro, o texto dá-se ao diálogo com o seu leitor, sugerindo que este prenda, à ponta do dedo, o fio de todo o enredo da obra, para que assim não se perca ao longo da viagem e dos estranhos encontros com Goya. Para além deste pintor, encontramos experiências causadas pelo texto quer originadas pelo prisma que Isaac Newton traz para a história, quer com o aparecimento final da figura mitológica de duas caras, Janus. Estranhamente, o fio é desenrolado à medida que avançamos na obra e embarcamos num pesado tanque de cimento com a figura materna, e ao mesmo tempo de conforto, em toda a obra, a Mãe.
Segundo a autora do posfácio, Maria Teresa Dias Furtado:
O romance Capricho 43, de Carlos Vaz, é um texto surpreendente, muito original, inovador e rico em conteúdo (…)
Estamos perante um texto em movimento, por vezes alucinante. O tanque onde a mãe lava roupa torna-se barco, nele embarcam mãe e filho, Goya e Newton. O narrador tem consciência explícita de que há um movimento textual, algo que acontece para além do real quotidiano, para depois a este regressar na parte final, em que se explicitam ilações acerca do que aconteceu até então (…)
Mas, independentemente destes suportes literários, Carlos Vaz ata os seus próprios nós no fio que escolhe, dialoga com as “cabeças” convocadas para a sua viagem textual, longe e perto do mundo, unindo razão e sonho, “arquitectando ilhas” com pontes de sentido entre si. A busca é textual, mas o mundo fica enriquecido.
Para além do posfácio de Maria Teresa Dias Furtado, a obra Capricho 43 conta ainda com um trabalho de capa do pintor Júlio Cunha.
Carlos Vaz nasceu em 1970, no concelho de Caminha e é licenciado em Filosofia e Humanidades. Tem ainda o mestrado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Publicou livros de poesia, romance e ensaio, para além de participar em diversas antologias de conto e poesia. Autor de obras como: “Laivo”, “Seres de Rã”, “A Casa de Al’isse”, e o premiado ensaio “Diários de um Real-Não-Existente”. Em 2005, foi lhe atribuído o importante Prémio Nacional de Literatura Vergílio Ferreira (Gouveia) e mais recentemente, com o Prémio Literário António Paulouro.
Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Vaz www.editoralabirinto.com www.carlosvaz.net www.carlosvaz.blogspot.com
Escrito por CL às 13:28:41
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Perplexa

A noite cresce atordoada escrevo sobre as pedras e os cantos a voz interna teimosa em quereres gastámos as palavras e os corpos impetuosos nos caminhos de águas mergulhados no esquecimento tudo é inventado neste meu país
©Constança Lucas 2007
Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 01:54:38
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aiola

Escrito por CL às 02:21:59
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Bienal B

http://www.bienalb.org/
http://www.bienalb.org/index.php?option=com _content&task=view&id=173&Itemid=27
Escrito por CL às 17:46:19
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As folhas sempre me guiaram nas linhas tão diversas, nas cores e movimentos. Segurar pedaços de troncos, sentir todas as texturas, os cheiros, as raízes numa terra em comum, tudo tão presente na minha caixinha de sensações. Subir árvores e apanhar cerejas, laranjas, maçãs, uma aventura tão emocionante como descobrir um novo mundo.
© Constança Lucas http://www.constanca.lucas.nom.br/historia3.htm
Escrito por CL às 16:43:16
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Procuro o mar

Categoria: Poesia
Escrito por CL às 23:13:14
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Perograma de rádio Pessoal... e Transmissível (Lisboa)
Pessoal... e Transmissível
programa de Carlos Vaz Marques na rádio TSF de Lisboa, existem arquivos no site com diversas entrevistas: Lenine, Lidia Jorge, Ruy Duarte de Carvalho, Dinis Machado, Rosa Montero e muitos outros
http://www.tsf.pt/online/radio/index.asp
Escrito por CL às 15:50:28
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Bibliotecas ao ar livre ajudam a popularizar a leitura na Alemanha
Bibliotecas ao ar livre se espalham em Bonn. Sem recepcionistas, chaves ou cadeados, centenas de livros estão constantemente disponíveis à comunidade. A iniciativa incentiva e populariza a leitura.
A Alameda Poppelsdorfer Allee é uma das ruas mais charmosas e luxuosas da cidade de Bonn, na Alemanha. São cerca de 800 metros de área arborizada, ladeada por prédios de arquitetura típica do Gründerzeit (período posterior à Revolução Industrial Alemã, a partir de 1871).
O local fica próximo à estação central de metrô. Além de ponto turístico da cidade, a região é eleita por muitos para a prática de várias atividades como jogging, encontros e passeios. Ao passar por esta rua, quem é amante da leitura é atraído de forma especial.
Uma biblioteca ao ar livre disponibiliza cerca de 200 títulos dos mais variados estilos, do romance à auto-ajuda, de infantis a biografias. Com sorte, é possível encontrar publicações em outros idiomas, além do alemão.
Assim: sem controle, recepcionista ou cadeados. É um armário de madeira com portas de vidro, onde quem quiser pode pegar livros emprestados. Tudo na base da confiança. Escolheu, pegou emprestado. Leu, devolveu. Gostou demais? Trouxe outro livro e colocou no lugar daquele.
Mérito da Fundação dos Cidadãos de Bonn
A iniciativa dos armários com livros é resultado de uma competição para promover a vida cívica e cultural na cidade, realizada pela Fundação Cidadãos de Bonn (Bürgerstiftung Bonn), em 2002. Mais de 130 propostas foram apresentadas, entre elas este projeto do então estudante de design de interior Trixi Royek.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Cerca de 200 títulos dos mais variados estilos são oferecidos nas ruas de Bonn
"Desde o início de seu funcionamento, os armários ganharam espaço no coração dos cidadãos de Bonn", afirma Juergen Reske, gerente da fundação. A primeira biblioteca outdoor foi implantada na Alameda Poppelsdorfer Allee em 2003. Em 2005, outro armário foi colocado próximo ao Rio Reno, no bairro de Beuel. A fundação estima que pelo menos 100 pessoas utilizam cada um deles diariamente.
Em julho deste ano, foi inaugurada uma terceira biblioteca no bairro de Bad Godesberg, desta vez com uma estrutura maior, tendo 14m² e 1500 títulos. Segundo Reske, o objetivo é "colocar o livro como um importante símbolo cultural aos olhos do público e também promover o contato entre as pessoas".
Público e acervo
A secretária Margrit Oelkers atravessa a alameda Poppelsdorfer Allee diariamente, a caminho do trabalho. Quando tem tempo, consulta a biblioteca à procura de novidades. Oelkers diz que prefere ler em casa, "é mais confortável e posso ficar com meu marido", comenta. Por isso, ela sempre traz um livro para fazer a troca, "e é melhor deixá-los aqui para que outros possam lê-los do que me desfazer deles de outra forma," diz.
Quem conhece a biblioteca ao ar livre, geralmente se encanta. Muitos viram clientes fiéis. Há um ano, o estudante Andreas Holst se acostumou a freqüentar o local. "Acho que li cerca de dez publicações que encontrei aqui até agora," revela. Sobre a qualidade dos títulos, Holst confessa: "Nem sempre se encontra livros legais, mas normalmente tem pelo menos um interessante".
Com as constantes trocas, a rotatividade do acervo é alta. Há três meses, a estudante Petra Schreides descobriu o armário com livros. Ela conta que já doou mais de 20 obras, que nunca mais viu. Por isso, dá a dica, "quem quiser ler um livro inteiro, deve levá-lo para casa. Ou então, dificilmente o encontrará de novo nas prateleiras."
Para a estudante Janina Pankow, a leitura a céu aberto é um entretenimento para preencher o tempo livre. Ela mora na vizinha Colônia, mas estuda em Bonn. Quando tem algum compromisso na cidade, "fico aqui estudando. Na cafeteria da universidade tem muita fumaça de cigarro. Aqui é bonito e, se o tempo estiver bom, muito mais agradável," afirma.
Com a chegada do inverno, o movimento de leitores nos bancos próximos ao Reno diminui. As temperaturas em Bonn já baixaram à média de 10ºC durante o dia, o que espanta o público dos espaços abertos. Mas o intercâmbio cultural promovido pelas bibliotecas outdoor continua o ano inteiro. Um exemplo de como é possível incentivar a leitura através da simples reciclagem do conhecimento.
Cris Vieira
Escrito por CL às 07:56:44
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Náná
Categoria: Náná
Escrito por CL às 22:46:40
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São Paulo - Pinacoteca / Parque da Luz

Categoria: olhares
Escrito por CL às 22:05:41
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Hoje emprestadeite
Hoje emprestei-te um casaco cheio de quadradinhos minúsculos com palavrinhas a embrulharam-te e cada quadradinho gritou um nome das cores, dos ventos, dos amores cansadas de esperar as palavras saíram e desfizeram os quadradinhos e o embrulho abraçado desfez-se em ti tu lembraste-te que antes falavas com os animais e as nuvens
©Constança Lucas 2007
Categoria: Poesia
Escrito por CL às 21:22:00
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Castelos de dentro e de fora de nós
 © Constança Lucas - aquarela sobre papel
encostamos as memórias à invenção e cantamos com as cores dentro das nossas dores e alegrias
Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 15:29:51
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Octavio Paz (Cidade do México, 31 de Março de 1914 — Cidade do México, 20 de Abril de 1998)

Conversar
Em um poema leio: Conversar é divino. Mas os deuses não falam: fazem, desfazem mundos enquanto os homens falam. Os deuses, sem palavras, jogam jogos terríveis.
O espírito baixa e desata as línguas mas não diz palavra: diz luz. A linguagem pelo deus acesa, é uma profecia de chamas e um desplume de sílabas queimadas: cinza sem sentido.
A palavra do homem é filha da morte. Falamos porque somos mortais: as palavras não são signos, são anos. Ao dizer o que dizem os nomes que dizemos dizem tempo: nos dizem, somos nomes do tempo. Conversar é humano.
(Trad. Antônio Moura)
http://www.culturapara.art.br/opoema/octaviopaz/octaviopaz.htm
Categoria: Poesia
Escrito por CL às 08:02:50
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horizonte tempo
A minha alma deteve-se neste horizonte de esperanças e insiste em navegar no meu peito, num nunca saber do tempo, esta palavra tempo é aflita e faz demasiadas perguntas sem querer. Ah se existo em cada pedacinho da minha pele, em cada gota de suor abraçada, em cada lágrima triste e alegre, em cada sentimento atordoado, existe sim este sentir de longas conversas imaginárias de quem muda os caminhos e inventa ondas salgadas para nelas se afastar.
© Constança Lucas
Categoria: Prosas
Escrito por CL às 23:01:29
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