Imagem e palavra - Constança Lucas


Sesimbra

Postal da minha colecção Sesimbra nos anos 60



Categoria: olhares
Escrito por CL às 22:33:34
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Pagú


Pagu da Renata

Escrito por CL às 08:19:32
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et je pleure



Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 07:59:40
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Peixe à tiracolo por Sesimbra - PT


parte da foto de João Aldeia
do blog http://sesimbra.blogspot.com/


foto de João Aldeia



Escrito por CL às 08:11:11
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Centro de São Paulo

Pela cidade.

      Na estação de metro Liberdade, no meio da semana,
imensas senhoras orientais de um lado para o outro,
a maioria idosas, muitas conversas em línguas que
desconheço por completo, vestem-se de forma confortável
com cores neutras.
      
Entro numa loja onde a língua portuguesa é escassa,
encontro-a nos rótulos de importação, onde leio – suco de abóbora,
suco de erva com soja, bolinho de feijão, algas de tipos diversos
e uma infinidade de coisas totalmente desconhecidas.
   
As formas são sedutoras, encontrar espargos verdinhos
amarrados em molhos, como se fosse um bordado,
muitas embalagens miudinhas cheias de desenhos/letras,
as cores são muito esbatidas, perco-me pelos corredores
e resolvo sair para continuar.
   
Na loja seguinte deparo-me com um casal,
o homem explicava a mulher a finalidade de vários objetos
de uso culinário, em brasileiro, detive-me nas palavras deste,
aprendi que existem imensos utensílios para segurar
uma colher numa panela elétrica (de fazer arroz),
inacreditável como pode ser tão importante tal coisa.
  
Um universo de utensílios domésticos orientais,
imensas tigelas, travessas, pratos, bules, azuis,
castanhos, pretos, verdes, brancos e um pouco
de vermelho, todos com grafismos incomuns,
alguns muito especiais e outros muito pirosos/cafonas.
   
Onde havia uma livraria há uns anos atrás,
agora está um restaurante por quilo, de comida oriental,
gostava de entrar na livraria, era como
se entrasse noutro planeta cheio de novidades
que nunca conseguiria decifrar e aí talvez residisse parte do encanto.

   O oriente no centro de São Paulo concentra-se um pouco
neste bairro de nome tão sugestivo – Liberdade.


©Constança Lucas 2007



Escrito por CL às 23:03:12
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Galeria Obra Aberta

http://www.obraaberta.com.br/default.asp?f=9&coda=18&artista=Constan%E7a%20Lucas

é uma galeira virtual
de venda de obras de arte

Podem encontrar, ver e comprar alguns desenhos meus lá expostos.


Título: Cabeças e Vivências 2

Categoria: Desenho
Ano: 2006
Dimensões: 16 X 24 cm
nanquim e extrato de nogueira sobre papel arches 300gr (papel livre de ácidos)




Categoria: Link
Escrito por CL às 23:05:33
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Calçadas desenhadas como ondas

Presos 'bordaram' o chão de Lisboa


"Eram prisioneiros os primeiros calceteiros de Lisboa. Foram os baptizados de grilhetas - saíam da prisão agrilhoados e assim permaneciam na sua jornada de trabalho - que começaram a "bordar" os tapetes de pedra que hoje fazem parte da paisagem de Lisboa - e, mais tarde, do País e até de recantos do mundo.

A calçada portuguesa foi pela primeira vez aplicada na parada do quartel do Batalhão de Caçadores n.º 5 no Castelo de São Jorge, em 1842. Foram usadas, por iniciativa daquele que é assinalado como o "pai" da calçada, Eusébio Furtado, pequenas pedras brancas e pretas. O motivo - um ziguezague de grande impacto visual - saiu da cabeça deste engenheiro militar, à época governador de armas do Castelo de São Jorge.

Eusébio Furtado soube perceber a resistência dos empedrados das estradas dos romanos. A inovação fez furor entre os alfacinhas, que fizeram romarias ao castelo para ver a calçada, reportaria o DN de 9 de Julho de 1883.

O oficial do Exército não tardou em conseguir financiamento da autarquia para pavimentar os nove mil metros quadrados da Praça do Rossio. De novo os grilhetas foram chamados ao ofício e, diariamente, desciam da penitenciária que então existia no Castelo. A obra começou a 17 de Agosto de 1848 e terminou em Dezembro de 1949. O desenho é hoje um dos mais célebres motivos de calçada - o Mar Largo.

A partir de então, "foi a expansão da calçada", aponta Luísa Dornellas, responsável pela formação da CML. Seguiu-se o Largo de São Paulo, o Largo do Carmo, o Largo de Camões, a Praça do Município, o Largo do Chiado e a Rua Garrett.

Em 1889 os cubos de calcário branco e basalto negro (pedras que abundavam nos arredores da cidade) começaram a desenhar os passeios da Avenida da Liberdade.

Já no século XX, a calçada "alastrou" a outras cidades do País. MA "

texto tirado do site:

http://dn.sapo.pt/2007/03/25/cidades/presos_bordaram_o_chao_lisboa.html

 


http://cwf2007.cies.iscte.pt/imagens/lisboa/rossio01.jpg



Escrito por CL às 07:57:07
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Sesimbra 1965

Cotovia
Pedalo pelas ruas de terra batida,
amoreiras carregadas de frutos
apanho folhas com o chapéu
salto à corda, pulo, pulo, pulo
oiço os ventos do mar ao fundo
os pirilampos dos passeios noturnos
escadaria de pedra cheia de conversa
nas traineiras de verão navegado
mergulhos de pleno prazer
nela me sento a pensar
certa que só existe dentro de mim
apanho as folhas e desenho
num sempre querer

©Constança Lucas 2007



Categoria: Poesia
Escrito por CL às 23:51:26
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Somos água



Escrito por CL às 06:25:59
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Dia Mundial da árvore


desenho digital de Constança Lucas 2007

emigrantes em distantes terras
encontrámos árvores encantadas
que nos contaram os sonhos
das suas marcas aneladas

©Constança Lucas 2007

Dia Mundial da árvore



Escrito por CL às 08:19:33
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tempo é o pseudônimo de espera

tempo é o pseudónimo de espera

a espera partiu-se na noite
nas árvores das casas brancas
e nas coisas impossíveis procuradas em vão,
nos sonhos que nos acompanham
a espera faz-se longa e esquecida
pergunta quem sou eu, não nos mares
mas em ti que habito a cada dia
eu que sinto excessivamente tudo
no meu coração sem sossego
há-de o mundo ter descanso

© Constança Lucas



Categoria: Poesia
Escrito por CL às 21:11:31
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árvores árvores


"Como produtoras de oxigênio, podemos afirmar que as árvores diretamente atingidas pelo sol desprendem grande quantidade de oxigênio (de um a três gramas por hora e por metro quadrado de superfície foliar).

Absorvem pelas raízes uma porção notável de água, cerca de 100 litros por dia, no caso do plátano, da qual só um pequeno percentual é incorporado aos tecidos vivos, evaporando-se o resto.

As árvores têm influência sobre a fauna, o clima que as envolve e o restante da flora; as próprias florestas fabricam literalmente seu solo a partir das camadas de folhas secas que se transformam em húmus.

Protetoras da atmosfera, do sol e das águas, abrigo das aves, cortinas contra o vento e a poeira, as árvores continuarão indispensáveis à vida humana.

No site Árvores do Brasil você conhece algumas das espécies mais comuns e importantes. Já no site Árvore, você tem acesso a um manual de arborização, dicas de ecoturismo, além de consultar as espécies ameaçadas de extinção. Outras informações estão no site da Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária."

imagem e texto tirados do site : http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/arvore/arvore.html

Visite o site http://www.arvore.com.br/



Categoria: olhares
Escrito por CL às 08:45:42
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 Goya: As Gravuras da Coleção Caixanova.

Exposição

Francisco de Goya y Lucientes (1746-1828)

218 obras em papel
MASP - Museu de Arte de São Paulo 
Av. Paulista, 1578 - Cerqueira César - São Paulo - SP
Período: de 18 de março a 20 de maio de 2007
Horário:
de terça a domingo, das 11 às 18 horas
Ingresso: R$ 15 (inteira) e R$ 7,00 (estudante), gratuito para menores de 10 anos e maiores de 60 anos.
Informações ao público: 11 3251 5644

 1 -Caprichos, a primeira das séries de gravuras realizadas por Goya, reúne 80 trabalhos realizados entre 1797 e 1799. Englobando uma ampla gama de retratos de erros e vícios humanos, ele coloca o dedo nas feridas da sociedade de então. 'Uma circunstância comum à maior parte dos Caprichos é que suas cenas se desenvolvem em um ambiente noturno: prostitutas e alcoviteiras, as bruxas e os demônios, os freis e os janotas, os ricos e os pobres, os nobres inúteis e os profissionais incompetentes', escreve Arturo Ansón Navarro.

2 Desastres da Guerra é a grande obra política de Goya, momento de dolorosa revisão de seu apoio ao universalismo napoleônico, que ele descobre ser uma falsa representação de seus ideais iluministas. São mais de 80 chapas feitas sob o impacto das cenas dos conflitos entre espanhóis e os ocupantes franceses, que ficaram no comando do país entre 1808 e 1814. Assassinatos, cadáveres, estupros, tudo está representado ali de forma muito comovente, a ponto de transformar essas imagens em símbolos universais de combate à estupidez da guerra e dos conflitos até nossos dias. Não se sabe exatamente as datas em que realizou tal produção, mas provavelmente foi feita entre 1810 e 1820, mas ela levou anos para tornar-se conhecida. Goya trabalhou escondido, temendo a violenta repressão do governo de José I (irmão de Napoleão e ocupante do trono espanhol) e posteriormente de Fernando VII. A primeira tiragem ocorreu apenas após a sua morte, em 1863.

3 Disparates é a última das séries gravadas por Goya e aquela que mais se identifica com o caráter onírico, fantasioso, da obra de Goya. Realizado em seus últimos anos de vida, esse conjunto de 22 gravuras foi feito entre meados da década de 1810 e o ano de 1824, em paralelo às célebres pinturas negras. Há muitos mistérios em torno das obras, de forte caráter alegórico, povoadas por estranhos seres. O próprio título da série já alude ao fato de essas imagens estarem fora da realidade, antecessoras legítimas do surrealismo. São trabalhos fortemente relacionados ao mundo do inconsciente.

4 Goya usa com maestria a técnica da gravura para tratar de um tema mais inofensivo politicamente, mas de grande interesse para ele: a Tauromaquia. Iniciada em 1815, a série é vista por alguns como uma maneira de o artista obter mais recursos pela oferta de trabalhos de um tema leve e de grande apelo na Espanha. Goya encontra nas corridas de touro uma discreta maneira de figurar o embate entre a razão e a bestialidade. O tema também foi explorado por ele na pintura e consta que teria trabalhado como toureiro para conseguir viajar para a Itália por conta própria no início dos anos 1870.
http://www.estado.com.br/editorias/2007/03/16/cad-1.93.2.20070316.29.1.xml


Imagens tiradas do site:
http://www.almendron.com/arte/pintura/goya/estampas/caprichos/caprichos_02.htm


Aguafuerte y aguatinta bruñida. 215 x 150 mm.


Aguafuerte, aguatinta bruñida y buril. 219 x 152 mm.




Escrito por CL às 07:37:26
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Montagem Fotográfica

São Paulo



Categoria: olhares
Escrito por CL às 07:06:45
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Sesimbra

http://sesimbra.blogspot.com/

Um Blog sobre Sesimbra com textos e imagens muito boas.
Para quem vivenciou Sesimbra em algum momento,
este é um sítio a visitar com carinho.


Embaixador Zé Tucha e mulher, 1977
fotos tiradas do blog Sesimbra


Chicorium intybus
Sesimbra

coordenadas: 38 26 42 N 9 05 55 W


"Esta planta comum, de cujas raízes se obtém um conhecido
substituto para o café, começou a florescer nos últimos dias,
sobretudo à beira dos caminhos e estradas, podendo
mesmo encontrar-se nalguns recantos da vila.
É possível que passe despercebida à maioria das pessoas,
como mais uma "erva", e, no entanto, as suas
flores de cor azul intenso são de grande beleza. J.A. "

texto retirado do blog SESIMBRA



Categoria: Link
Escrito por CL às 07:49:45
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Poetar sem marear

hoje com letrasmansinhas
conversinhas de esquina
as saudades de latir
criamos uivos de náná
adormecidas e azuis
levamos o sol ao colo
aquecidas gritamos
aos prazeres da liberdade



©Constança Lucas



Categoria: Poesia
Escrito por CL às 10:38:15
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"Escritas"


©Desenho de Constança Lucas
"Escritas" Tinta da China / Nanquim e Lápis de cor sobre papel - 1998

Há um lugar onde nascemos, outro onde moramos,
e dentro de nós misturamos todas as palavras sem tempos,
inventamos um lugar onde ainda voamos sem tantos medos,
conversaremos até adormecermos



Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 23:07:34
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Manuela Margarido

Aos 82 anos de idade
Morreu a poetisa são-tomense
Manuela Margarido
11.03.2007 - 21h00 Lusa

http://chuvadeletras.no.sapo.pt/margarido.htm


A poetisa são-tomense Manuela Margarido morreu ontem em Lisboa, aos 82 anos de idade, adiantou uma fonte próxima, revelando que o corpo será transladado amanhã para o Grande Oriente Lusitano.

Segundo a mesma fonte, a poetisa faleceu ontem no Hospital São Francisco Xavier, onde se encontrava hospitalizada. As cerimónias fúnebres estão previstas para as 14h00 de amanhã, na sede do GOL.

Maria Manuela Conceição Carvalho Margarido nasceu em 1925, na roça Olímpia, ilha do Príncipe, e desde cedo abraçou a luta pela independência do arquipélago, denunciando com a sua poesia a repressão colonialista e a miséria em que viviam os são-tomenses nas roças do café e do cacau.

Estudou Ciências Religiosas, Sociologia, Etnologia e Cinema na Sorbonne de Paris, onde esteve exilada.

Foi embaixadora do seu país em Bruxelas e junto de várias organizações internacionais.

Em Lisboa, onde viveu, Manuela Margarido empenhou-se na divulgação da cultura do seu país, sendo considerada, a par de Alda Espírito Santo, Caetano da Costa Alegre e Francisco José Tenreiro, um dos principais nomes da poesia de São Tomé.

Entre outras funções, foi membro do Conselho Consultivo da revista Atalaia, do Centro Interdisciplinar de Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade de Lisboa (CICTSUL).

Paisagem

Entardecer... capim nas costas
do negro reluzente
a caminho do terreiro.
Papagaios cinzentos
explodem na crista das palmeiras
e entrecruzam-se no sonho da minha infância,
na porcelana azulada das ostras.
Alto sonho, alto
como o coqueiro na borda do mar
com os seus frutos dourados e duros
como pedras oclusas
oscilando no ventre do tornado,
sulcando o céu com o seu penacho
doido.
No céu perpassa a angústia austera
da revolta
com suas garras suas ânsias suas certezas.
E uma figura de linhas agrestes
se apodera do tempo e da palavra
.

©Manuela Margarido



Escrito por CL às 07:34:21
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Constança Lucas - "Pensares"

©Desenho de Constança Lucas
 "Pensares" Tinta da China / Nanquim sobre papel - 1998
http://www.constanca.lucas.nom.br/pensares.htm



Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 20:43:30
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Só para te ouvir cantar

 

Só para te ouvir cantar
as palavras que valham a pena
olha-me bem no coração
não escreverei mais o meu nome
cantarei as palavras que vivem nos desenhos
e são a minha razão mais forte
no canto da noite, abraça-me,
as estrelas sabem as tuas vozes
ouvem cânticos de lua e sol,
dos nomes através de ti
nos ecos da tua ausência
não existes na natureza,
nem nas casas encantadas,
todas elas foram destroçadas
não poderei voltar
o meu maior desejo
é ouvir-te cantar
neste verão longo e quente,
as violetas dão flor sem parar

©Constança Lucas 2007



Categoria: Poesia
Escrito por CL às 22:51:48
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vento

vento, calor
calor vento
espero, calor
calor espera
abraço agora
era ontem aqui

©Constança Lucas 2007



Categoria: Poesia
Escrito por CL às 14:47:59
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Pela Igualdade de Direitos


Assembleia da República
Nova lei do aborto aprovada pelo PS, oposição de esquerda e 21 deputados do PSD
08.03.2007 - 19h26


A nova lei do aborto, que despenaliza as interrupções voluntárias da gravidez realizadas por opção da mulher nas primeiras dez semanas, foi hoje aprovada em votação final global pelo PS, PCP, BE, Os Verdes e 21 deputados do PSD.

A aprovação segue-se depois de ontem o PS e a oposição de esquerda terem aprovado os artigos da nova lei do aborto, em que incluíram meia frase da proposta social-democrata, gesto insuficiente para obter o apoio do PSD e do CDS-PP.

O projecto de lei do aborto do PS, PCP, BE e Verdes foi votado, na especialidade, na Comissão de Assuntos Constitucionais, bem como as alternativas apresentadas pelo PSD e por três deputadas independentes da bancada socialista, que foram chumbadas.
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1287741&idCanal=22
http://cidadaniapelosim.blogspot.com/

Escrito por CL às 06:53:01
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Exposição Wladimir Fontes

Exposição Wladimir Fontes
http://www.cantogravura.com.br/
Local: Galeria Gravura Brasileira
rua Fradique Coutinho, 953, Vila Madalena - São Paulo


 

"Gravuras, fotografias e desenhos são os meios utilizados pelo autor para construir um universo particular de imagens onde determinadas figuras recorrem insistentes e enigmáticas: animais, objetos, elementos vegetais, forças naturais como o fogo e a água, figuras religiosas, símbolos em pictogramas, fragmentos do corpo(como dedos e pés), figuras femininas perfiladas, etc. " (texto tirado do site da Galeria Gravura Brasileira)

Exposição:
de 06 de março a 20 de abril de 2007.
Horários:
segunda-feira a sexta-feira 10/18h e sábados 11/15h



Escrito por CL às 09:05:05
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Pequena Miss Sunshine

http://www.foxsearchlight.com/littlemisssunshine/

é um filme divertido, muitas gargalhadas surgem,
uma crítica bem humorada,  de refeições rápidas e ruins,
diálogos tortos, silêncios, afetos, adolescência problemática,
auto ajuda falida e fracasso profissional, infância sonhadora,
gerações em tempos misturados, paisagens terríficas,
homofobia, suicídio, drogas, tempos trocados,
no deixa andar de uma família ...................................

o roteiro é sintético e muito bem elaborado, gostei bastante


Pequena Miss Sunshine (Little Miss Sunshine,
Estados Unidos, 2006), 1h41.

Direção de Jonathan Dayton e Valerie Faris

Roteiro de Michael Arndt

Atores:  Greg Kinnear, Toni Collette, Abigail Breslin, Paul Dano,
Alan Arkin e Steve Carell.



Categoria: Link
Escrito por CL às 00:25:17
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as palavras

 

As palavras entram pelas nossas janelas acompanhadas pelos ventos, fechamos os olhos e sentimos cada sílaba na nossa pele, umas ficam em dúvida e poisam de leve, algumas entranham-se nos poros e transformam-se em sinais. Passamos a vida a conversar com a nossa pele cheia de letras de memórias construídas a cada instante de realidades inventadas e de caminhos com sons e silêncios oníricos. E por isso elas, as palavras, transformam-se a cada brecha.

© Constança Lucas 2007



Categoria: Prosas
Escrito por CL às 08:34:59
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