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Mostra de Desenhos de Constança Lucas

http://www.gargantadaserpente.com/najas/index.shtml
Escrito por CL às 11:20:23
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Alpharrabio
 
 
Ensaio Fotográfico de Constança Lucas sobre uma visita ao Alpharrabio
http://www.constanca.lucas.nom.br/alpha15anos24fevereiro2007.htm
Escrito por CL às 10:29:29
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Casas onde vivemos
 Constança Lucas - desenho a nanquim / tinta da china sobre papel, 1995
as casas instalam-se dentro de nós, viajam nos sonhos e cantam os dias, à noite aguardam de mansinho a espreitar e esgueiram-se das tristezas, misturam-se em janelas, varandas, jardins, cães, flores, pinheiros, pássaros, mangueiradas de água fria, estantes de livros, marmelos, peras e ameixas, casas com número na porta, outras só com nome próprio, todas deixam o coração em sarabanda de liberdade, assim nascem as fábulas das vozes pelos corredores, dos risos, dos cheiros, dos afagos, das tropelias doces a cantar dentro de um peito de coração com falta e excesso
© Constança Lucas
Escrito por CL às 23:58:00
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Igualdade de oportunidades
http://ec.europa.eu/employment_social/eyeq/index.cfm?language=FR

site Internet de l'Année européenne 2007 de l’Egalité des chances pour tous! Ce site explique les objectifs de l’Année et son fonctionnement.
Categoria: Link
Escrito por CL às 22:15:48
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Cesário Verde (1855 - 1886)
"José Joaquim Cesário Verde nasceu em 25 de fevereiro de 1855 na cidade de Lisboa em Portugal. Filho de um lavrador e comerciante, dedicou-se desde muito jovem a essas atividades. No ano de 1873 matriculou-se no curso de Letras da Universidade de Coimbra, mas freqüentou o curso somente por alguns meses.
Nesse período, começou a publicar poesias no "Diário de Notícias", no "Diário da Tarde", no "Ocidente" e em alguns outros periódicos. Nessa época também surgem os sintomas mais agudos da tuberculose, doença que o levaria a morte em 18 de julho de 1886.
No ano seguinte, Silva Pinto, seu amigo dos tempos de universidade, reúne seus poemas em um livro intitulado "O Livro de Cesário Verde". " texto da Biblioteca Virtual
http://www.bibvirt.futuro.usp.br/
Biblioteca Virtual do Estudante de Língua Portuguesa
Ler os poemas em
http://www.secrel.com.br/jpoesia/verde02.html
Escrito por CL às 09:17:20
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Jorge Vieira, escultor - 1922 nasce em 16 de Novembro em Lisboa. Morre em Estremoz 1998
 desenho sobre papel
 desenho sobre papel
http://www.iac-azores.org/agenda/2005/jorge-vieira.html

escultura, "S/Título", Terracota com engobes, 1979.
Escrito por CL às 08:19:52
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Mira Schendel (Zurique, Suíça 1919 - São Paulo SP 1988) Pintora, desenhista
 Mira Schendel Sem título, da série Objetos gráficos 1973 Letra set sobre Plexiglás e papel 55.9 x 55.9 cm
http://www.coleccioncisneros.org/aw_art.asp?ID_Gallery=36
Escrito por CL às 08:06:01
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Galo de Barcelos na estante

Categoria: olhares
Escrito por CL às 07:05:46
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Associação José Afonso / Zeca Afonso
http://www.aja.pt/
http://vejambem.blogspot.com/
No dia 23 de Fevereiro comemora-se 20 anos sobre a morte do cantor Zeca Afonso

Aveiro 1929 - Setúbal1987
Traz outro amigo também - poema de Zeca Afonso
Amigo Maior que o pensamento Por essa estrada amigo vem Não percas tempo que o vento É meu amigo também
Em terras Em todas as fronteiras Seja benvindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também
Aqueles Aqueles que ficaram (Em toda a parte todo o mundo tem) Em sonhos me visitaram Traz outro amigo também
Categoria: Link
Escrito por CL às 14:27:01
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Frascos - série de desenhos de Constança Lucas

Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 22:59:05
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conversas
O meu país é o desenho

as palavras de dizeres em vinagre e azeite, no vagar da refeição que não quer acabar, doces os olhares mas maiores os desejos, arrastados pelos dias, pelos meses, pelos anos, as palavras vieram fervilhantes, cresceram conquistas e fronteiras derreteram, mas as palavras foram-se nas areias quentes das missões, onde o carinho não tem lugar, nas conversas de dores salpicadas de odores, misturados aos sentidos embriagados de sons inventados e amores sem razões, perduram no peito a cantar, dias cheios de desenhos aos ventos
© Constança Lucas 2007
Categoria: Prosas
Escrito por CL às 11:21:39
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Mostra de Desenhos de Constança Lucas
http://www.gargantadaserpente.com/najas/index.shtml
 Desenho a nanquim / tinta da china sobre papel
Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 07:38:45
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Desenhos de Constança Lucas

http://www.gargantadaserpente.com/najas/index.shtml
Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 22:36:22
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Poema de Constança Lucas
Internos silêncios de granito
Algumas vezes oiço as pedras, numa conversa cheia de murmúrios aflitos e alegrias de rosas perdidas é como se pegasse cada pétala e as devolvesse ao granito que com elas sonham rompo a barreira do sono entro na conversa das pedras ando como elas, levada pelas correntezas de ventos assoados de nuvens cheias de água
 ©Fotografia de Luzia Maninha - Piauí
Categoria: Poesia
Escrito por CL às 06:59:45
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Referendo em Portugal
 http://expresso.clix.pt/
"Sim" vence com maioria expressiva e PS promete aprovação urgente da lei
À segunda, foi. A lei que despenaliza o aborto a pedido da mulher até às dez semanas, em estabelecimento legalmente autorizado, vai ser submetida a votação final global com carácter de urgência, depois de ontem 59 por cento dos votantes se terem exprimido nas urnas a favor do "sim".
http://www.publico.clix.pt/
Escrito por CL às 07:34:19
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Náná, Pagu, Bilbo e Charginho

Categoria: Náná
Escrito por CL às 07:16:12
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portulano
Datação 1899 cf. CF1
Acepções ■ substantivo masculino Rubrica: termo de marinha. 1 carta marítima us. pelos navegadores do mar Mediterrâneo na Antigüidade 2 manual de navegação medieval, com a descrição das costas e dos portos, ilustrado com mapas [Foi aperfeiçoado pelos portugueses na segunda metade do sXIII; continha informações desde o mar Negro até as ilhas Britânicas.] 3 coleção de mapas encadernados em forma de livro, em que se descrevem portos de mar, sua profundidade, suas marés, modo de entrar e de sair deles etc.
Etimologia it. portolano (1444) 'livro que descreve a característica da costa' < lat.medv. portulánus 'piloto', 'ofício de vigilância dos portos', prov. calcado em hortulánus,a,um, de hortus 'jardim'; o signf. registrado no lat.medv., segundo DELI, prov. tb. foi o sentido original do it. portolano, embora ainda não esteja documentado; ver port(o)-; a datação é para a acp. 'coleção de mapas encadernados'; f.hist. 1899 portulano, 1899 portolano
http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=Portulano
portulano
- do It. portolanu, catálogo de portos
- s. m.,
- roteiro de navegação do final da Idade Média no qual os pontos do litoral eram representados por rumos magnéticos e através de estimativas das distâncias percorridas, a orientação se baseava em linhas de rumo e que descreviam detalhadamente os pormenores da costa marítima;
-
- livro que contém a descrição dos portos de mar, sua profundidade, marés e demais instruções técnicas para efeito de tráfego marítimo.
- http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx
-
Escrito por CL às 14:39:23
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Fundação Pablo Neruda

http://www.fundacionneruda.org/

Pablo Neruda, pseudônimo de Neftalí Ricardo Reyes Basoalto, nasceu a 12 de julho de 1904, em Parral, no Chile. Morreu em 1973
A palavra
Pablo Neruda
... Sim Senhor, tudo o que queira, mas são as palavras as que cantam, as que sobem e baixam ... Prosterno-me diante delas... Amo-as, uno-me a elas, persigo-as, mordo-as, derreto-as ... Amo tanto as palavras ... As inesperadas ... As que avidamente a gente espera, espreita até que de repente caem ... Vocábulos amados ... Brilham como pedras coloridas, saltam como peixes de prata, são espuma, fio, metal, orvalho ... Persigo algumas palavras ... São tão belas que quero colocá-las todas em meu poema ... Agarro-as no vôo, quando vão zumbindo, e capturo-as, limpo-as, aparo-as, preparo-me diante do prato, sinto-as cristalinas, vibrantes, ebúrneas, vegetais, oleosas, como frutas, como algas, como ágatas, como azeitonas ... E então as revolvo, agito-as, bebo-as, sugo-as, trituro-as, adorno-as, liberto-as ... Deixo-as como estalactites em meu poema; como pedacinhos de madeira polida, como carvão, como restos de naufrágio, presentes da onda ... Tudo está na palavra ... Uma idéia inteira muda porque uma palavra mudou de lugar ou porque outra se sentou como uma rainha dentro de uma frase que não a esperava e que a obedeceu ... Têm sombra, transparência, peso, plumas, pêlos, têm tudo o que ,se lhes foi agregando de tanto vagar pelo rio, de tanto transmigrar de pátria, de tanto ser raízes ... São antiqüíssimas e recentíssimas. Vivem no féretro escondido e na flor apenas desabrochada ... Que bom idioma o meu, que boa língua herdamos dos conquistadores torvos ... Estes andavam a passos largos pelas tremendas cordilheiras, pelas .Américas encrespadas, buscando batatas, butifarras*, feijõezinhos, tabaco negro, ouro, milho, ovos fritos, com aquele apetite voraz que nunca. mais,se viu no mundo ... Tragavam tudo: religiões, pirâmides, tribos, idolatrias iguais às que eles traziam em suas grandes bolsas... Por onde passavam a terra ficava arrasada... Mas caíam das botas dos bárbaros, das barbas, dos elmos, das ferraduras. Como pedrinhas, as palavras luminosas que permaneceram aqui resplandecentes... o idioma. Saímos perdendo... Saímos ganhando... Levaram o ouro e nos deixaram o ouro... Levaram tudo e nos deixaram tudo... Deixaram-nos as palavras.
*Butifarra: espécie de chouriço ou lingüiça feita principalmente na Catalunha, Valência e Baleares. (N. da T.)
Do livro "Confesso que Vivi — Memórias", Difel — Difusão Editorial — Rio de Janeiro, 1978, pág. 51, traduzido por Olga Savary, extraímos o texto acima. no site http://www.releituras.com/pneruda_menu.asp
Categoria: Link
Escrito por CL às 22:57:50
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Técnica mista sobre tela

© Constança Lucas
Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 08:40:05
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PELO SIM

http://cidadaniapelosim.blogspot.com/
"Direito a decidir com liberdade e responsabilidade".
7º - O que está em causa no referendo é dizer sim ou não à despenalização limitada e condicionada do aborto. Como é próprio de todos os referendos, a pergunta é dicotómica. O sim significa revogar a punição penal do aborto, nos limites e nas condições indicadas na pergunta; o não significa o contrário, ou seja, implicitamente manter o que está. Não há lugar para “sim, mas” nem para “não, mas”, nem para uma terceira alternativa.
Categoria: Link
Escrito por CL às 10:14:16
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Mosteiro dos Jerónimos Mosteiro dos Jerónimos Praça do Império 1400-206 Lisboa
 Mosteiro dos Jerónimos, Filipe Lobo, 1657, Lisboa, MNAA
http://http://www.mosteirojeronimos.pt/index_mosteiro.html
"A história do Mosteiro dos Jerónimos, desde o início da construção em finais do século XV até aos nossos dias, e a relação com a História de Portugal.
Data de 1496 o pedido feito pelo rei D.Manuel I à Santa Sé, no sentido de lhe ser concedida autorização para se erigir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do Tejo. Em 1501 começaram os trabalhos e aproximadamente um século depois, as obras estavam concluídas.
As razões da construção do Mosteiro dos Jerónimos prendem-se, por certo, com a vontade do monarca reunir em panteão o ramo dinástico por ele iniciado (Avis-Beja)."
 http://www.mnarqueologia-ipmuseus.pt/?a=0&x=3
 São Jerónimo, pintura de Caravaggio (1571 - 1610)
"O Mosteiro dos Jerónimos é uma obra fundamental da arquitectura manuelina. O risco inicial é de Boitaca (1502), que lançou os fundamentos da igreja e do claustro, e cuja campanha de obra inclui os arranques do portal principal, actualmente abrindo para um nártex abobadado formado pelo varadim coberto que estabelece ligação com as arcadas do corpo fronteiro (onde está sediado o Museu Nacional de Arqueologia). O portal é em arco polilobado, abatido, encimado por representações alusivas ao mistério de Belém; de cada lado da entrada destacam-se, sobre mísulas, as estátuas de vulto de D. Manuel e de D. Maria. A meio da fachada sul, voltada para o Tejo, rasga-se o belo pórtico de João de Castilho, estruturado ao modo de monumental relicário de ourivesaria, sobrepujado pela estátua da Virgem de Belém e o Arcanjo S. Miguel, e decorado com esculturas dos Apóstolos, Profetas, Doutores da Igreja, Sibilas e anjos. No registo inferior, ao centro do mainel que divide a porta, uma estátua do Infante D. Henrique. O portal é ladeado por dois janelões de arco redondo."
 http://www.ippar.pt/monumentos/conjunto_jeronimos.html
 Porta principal
Categoria: Link
Escrito por CL às 08:17:04
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Dara e Anny
Depois do trabalho duro em meio à lama da cratera do metrô, os bombeiros e policiais que trabalharam no resgate receberam hoje uma homenagem do governo do Estado. Até as cadelas Dara, labrador de 5 anos, e Anny, golden retriever de 6 anos, receberam coleiras de menção honrosa. http://www.sampaist.com/ publicado dia 31 de Janeiro de 2007

Escrito por CL às 07:57:22
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Categoria: Desenhos
Escrito por CL às 23:41:46
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Antigo mercado abandonado se transforma em museu na Bahia
 ©Constança Lucas, desenho a nanquim / tinta da china sobre papel
Antigo mercado abandonado se transforma em museu na Bahia
LUIZ FRANCISCO DA AGÊNCIA FOLHA, EM SALVADOR
Abandonado desde o começo da década de 70 -quando o centro financeiro de Salvador migrou da cidade baixa para a alta-, refúgio de prostitutas e de usuários de drogas, um dos mais tradicionais estabelecimentos comerciais de Salvador, o Mercado do Ouro, está passando por uma grande reforma para se transformar em um museu. A primeira etapa do "Museu du Ritmo", localizado em uma área tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), será inaugurada hoje, dia da última grande festa popular da cidade (Iemanjá) antes do Carnaval. Responsável pelas obras e único agente financiador do projeto até agora, o cantor e compositor Carlinhos Brown, 44, quer transformar todo o espaço (composto por 70 salas distribuídas em dois andares, num total de 4.118 metros quadrados, além de um pátio descoberto) em uma área permanente para exposição de pinturas, acervo de obras sacras, arquivo de poesias e letras musicais que falam da Bahia, uma escola de inclusão digital e um restaurante. Concluído em 1879, depois de cinco anos de obras, e comprado em 1910 pelo comerciante Francisco Amado da Silva Bahia, o Mercado do Ouro foi arrendado por Brown.
Escrito por CL às 07:30:50
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