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tear de tempos
tear de tempos desencontrados cheios de palavras resolutas na força de vida enraivecida amarfanhamos as dores murmuramos pesares atravessamos sonhos
©Constança Lucas
Categoria: Poesia
Escrito por CL às 22:12:18
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Postais no site Truca

http://www.truca.pt/postais_oscar_material/postais_oscar_3.html
Escrito por CL às 11:45:48
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António Gedeão

LÁGRIMA DE PRETA
Encontrei uma preta que estava a chorar, pedi lhe uma lágrima para a analisar.
Recolhi a lágrima com todo o cuidado num tubo de ensaio bem esterilizado.
Olhei a de um lado, do outro e de frente: tinha um ar de gota muito transparente.
Mandei vir os ácidos, as bases e os sais, as drogas usadas em casos que tais.
Ensaiei a frio, experimentei ao lume, de todas as vezes deu me o que é costume:
nem sinais de negro, nem vestígios de ódio. Água (quase tudo) e cloreto de Sódio.
http://www.truca.pt/ouro/obras/antonio_gedeao.html
A poesia de António Gedeão acompanha-me há decadas, neste site estão alguns dos seus poemas e lá há também a declamação por Luís Gaspar - veja e oiça em http://www.estudioraposa.com/
António Gedeão, (Rómulo Vasco da Gama de Carvalho), nasceu em Lisboa em 1906 e faleceu em 1997. http://www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/antonio_gedeao/biografia.html
Escrito por CL às 08:15:59
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Porosidade etérea, muita poesia
http://porosidade-eterea.blogspot.com/
Pessoa cantado
Autopsicografia
O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só a que eles não têm. E assim nas calhas de roda Gira, a entreter a razão, Esse comboio de corda Que se chama o coração.
Fernando Pessoa (Cancioneiro)
Na voz de Tom Jobim:
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Escrito por CL às 07:20:10
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Meteorologia das Paixões

Meteorologia das Paixões
Ofereço-te o vento com pássaros verdes a cantar na memória das águas intensas peles suadas de prazer nas sombras dos dias escrevo-te silêncios até ao crepúsculo Nestes dias de nuvens desenhadas em ausências oiço o mar em cada ilusão das estrelas mas é de noite que o marulhar esmaga sonhos contaminados pelos medos Nesse teu sabor de canela ardente desperta no corpo o nada saber deste tempo escoado fora de mim flutuo nas paisagens marítimas, nas cidades as brumas em abraços de quereres fragrâncias e coincidências abandonadas no orvalho desta tarde em outono tardio desenterro lembranças lancinantes em imenso medo teimoso desembaraço-me das chuvas acaricio o sol no meu regaço é o verão que vai voltar
©Constança Lucas 2006
Categoria: Poesia
Escrito por CL às 08:14:40
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Náná

Categoria: Náná
Escrito por CL às 21:40:48
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Uma viagem ao centro de sampa

Desço do metro, vou até à rua Libero Badaró e entro nos correios, a minha caixa postal está lotada de postais, cartas, catálogos de arte postal, uma festa visual, uma farra de correspondências. Observo o vai e vem das pessoas, vou até ao café Girondino, na esquina da são bento, um dos meus lugares de eleição no centro, este café restaurante tem um ambiente simpático, sento-me, peço uma faca emprestada ao empregado de mesa. Estou a tomar o meu sumo e chega o chefe dos empregados a pedir-me a faca, dá-me uma pequena tesoura em troca, pergunto a razão, ele diz que a faca pode perder o corte se no caminho encontrar um grampo, ou um papel resistente, seria um prejuízo. Sorrio e digo-lhe que nenhuma destas correspondências tem a intenção de tirar o corte à faca, insiste e leva-a. O empregado, que me empresta uma faca há anos, chega perto de mim e pede desculpas pela falta de "conhecimento" do colega, afinal não causaria dano algum à faca abrir os meus envelopes.
http://www.cafegirondino.com.br/ O site deles não faz jus ao ambiente que tem. Um dia destes tiro umas fotos de lá.
Categoria: Prosas
Escrito por CL às 13:10:46
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Desenho sobre tela
 © Constança Lucas (pertence a uma coleção particular em São Paulo)
Escrito por CL às 06:40:00
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reciprocidade - Constança Lucas
Nas rochas da praia águas batem nas algas balançam-se e olham-se como se se encontrassem soltas dentro do oceano, reconhecem-se perto, iguais, díspares
©Constança Lucas
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Categoria: Poesia
Escrito por CL às 21:37:12
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Lugar do Desenho
Lugar do Desenho - Fundação Júlio Resende Rua Pintor Júlio Resende, 346 Valbom 4420-534 Gondomar - Portugal

Desenho de Júlio Resende 2005 Rio Douro 65,0x100,5 Óleo s/ papel

Desenho de Júlio Resende Uma Casa em Korntal
http://www.lugardodesenho.org/
Júlio Resende  1917 Nasceu no Porto a 23 de Outubro
"Com um espólio de cerca de dois mil desenhos que o pintor Júlio Resende reuniu ao longo da sua carreira, iniciada nos anos 30, é criado o Lugar do Desenho - Fundação Júlio Resende. Trata-se de uma instituição privada reconhecida de utilidade pública."


Categoria: Link
Escrito por CL às 15:09:52
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Mariza - fado
http://www.mariza.com/index.html
Podemos ouvir as músicas, os fados de todos os Cds dela, vale muito a pena.

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Há Palavras Que Nos Beijam
Alexandre O’Neill/Mário Pacheco
Há palavras que nos beijam Como se tivessem boca. Palavras de amor, de esperança, De imenso amor, de esperança louca. Palavras nuas que beijas Quando a noite perde o rosto; Palavras que se recusam Aos muros do teu desgosto. De repente coloridas Entre palavras sem cor, Esperadas, inesperadas Como a poesia ou o amor. (O nome de quem se ama Letra a letra revelado No mármore distraído No papel abandonado) Palavras que nos transportam Aonde a noite é mais forte, Ao silêncio dos amantes Abraçados contra a morte.
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http://www.mariza.org/fotos2.html
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http://www.publico.clix.pt/sites/fado2004/index.asp
Categoria: Link
Escrito por CL às 13:53:26
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Farol dos Sonhos
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Encontro sobre o Livro e o Imaginário Infantil
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Farol de Sonhos, a decorrer em S. Domingos de Rana - Biblioteca Municipal de Cascais, entre 11 e 15 de Outubro, por iniciativa da Câmara Municipal de Cascais, vai ser um evento multidisciplinar, no qual a ilustração, o livro, os mecanismos da imaginação criadora e a colaboração dinâmica com as escolas irão estar no centro do debate, da reflexão colectiva e da fruição de objectos artísticos de projecção internacional.
Iniciativa de características inéditas no nosso país, o Farol de Sonhos trará pela primeira vez a Portugal Katsumi Komagata, um dos maiores criadores gráficos mundiais, bem como alguns dos mais destacados responsáveis de eventos internacionais como a Feira de Bolonha, a Bienal de Bratislava ou a Biblioteca Internacional para a Infância de Munique.
O Farol de Sonhos, na sua dimensão plural, pretende transformar-se num acontecimento de referência da vida cultural portuguesa, homenageando em cada edição figuras cuja obra se inscreve no âmbito criativo que a iniciativa cobre. Arte e reflexão para todas as idades, de olhos postos na modernidade e no futuro.
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Escrito por CL às 07:50:50
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Prosa e desenho digital de CL
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As folhas sempre me guiaram nas linhas tão diversas, nas cores e movimentos. Segurar pedaços de troncos, sentir todas as texturas, os cheiros, as raízes numa terra em comum, tudo tão presente na minha caixinha de sensações. Subir árvores e apanhar cerejas, laranjas, maçãs, uma aventura tão emocionante como descobrir um novo mundo.
http://www.constanca.lucas.nom.br/historia3.htm |
Categoria: Prosas
Escrito por CL às 07:12:51
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há dias assim, ficamos suspensas a pensar no nada, tão completas

Categoria: Náná
Escrito por CL às 07:46:28
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Dia Internacional Sem Carro
Dia Internacional Sem Carro No dia 22 de setembro de 2006, convide-se a ficar um dia sem carro e sinta São Paulo Diferente
Como seria a cidade de São Paulo se houvesse menos carros circulando em suas ruas?
A Prefeitura de São Paulo convida os paulistanos a refletirem sobre isso e a participarem do Dia sem Carro, uma data para refletirmos sobre a presença determinante dos automóveis na cidade e descobrir alternativas para se deslocar na cidade. Um só dia sem carro não resolve o problema, mas nos ajuda a pensar em outras formas de mobilidade dentro de São Paulo.
Você sabia?
O Dia sem Carro começou na Europa, mais especificamente em uma cidade francesa, em 1997 devido a preocupação com o meio ambiente e qualidade de vida.
No Brasil, este movimento se iniciou em cidades da região sul, sudeste, São Luís e Belém organizado pela ONG Rua Viva.
________________________________ Mais informações nos sites: http://www.ruaviva.org.br http://ww2.prefeitura.sp.gov.br/diasemcarro/
Escrito por CL às 07:22:57
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Poema Visual - CL
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Escrito por CL às 07:08:09
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Mario Quintana 1906-1994
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Mario Quintana 1906-1994
 http://www.ccmq.rs.gov.br/novo/mario/mario.php
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Mario por ele mesmo

Nasci em Alegrete, em 30 de julho de 1906. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! Eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Ah! mas o que querem são detalhes, cruezas, fofocas... Aí vai! Estou com 78 anos, mas sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Neste último caso é idade demais, pois foi-nos prometida a Eternidade.
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Nasci no rigor do inverno, temperatura: 1grau; e ainda por cima prematuramente, o que me deixava meio complexado, pois achava que não estava pronto. Até que um dia descobri que alguém tão completo como Winston Churchill nascera prematuro - o mesmo tendo acontecido a sir Isaac Newton! Excusez du peu... Prefiro citar a opinião dos outros sobre mim. Dizem que sou modesto. Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz. Dizem que sou tímido. Nada disso! sou é caladão, introspectivo. Não sei porque sujeitam os introvertidos a tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os outros?
Exatamente por execrar a chatice, a longuidão, é que eu adoro a síntese. Outro elemento da poesia é a busca da forma (não da fôrma), a dosagem das palavras. Talvez concorra para esse meu cuidado o fato de ter sido prático de farmácia durante cinco anos. Note-se que é o mesmo caso de Carlos Drummond de Andrade, de Alberto de Oliveira, de Erico Verissimo - que bem sabem (ou souberam) o que é a luta amorosa com as palavras.
(Texto escrito pelo poeta para a revista IstoÉ de 14/11/1984)
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Das utopias
Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas!
(Espelho Mágico) |
| | | | ________________________________________________________________ poema, texto e fotos no site http://www.estado.rs.gov.br/marioquintana/
Escrito por CL às 08:14:38
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Museu de Arte Moderna Murilo Mendes
 
http://www.mam.ufjf.br/principal.htm
Museu de Arte Moderna Murilo Mendes Rua Benjamin Constant 790, Centro Juiz de Fora, MG 36015-400 55 (32) 3229 9070 www.mam.ufjf.br Horários terça a domingo 10h – 20h Acesso a deficientes elevador e sanitários especiais Visitas guiadas com agendamento 32 3229 9070
Coleção de Artes Plásticas

A coleção de artes plásticas de Murilo Mendes reúne cerca de 300 obras de arte, configurando a principal coleção de arte moderna de Minas Gerais, com obras de artistas nacionais e internacionais a exemplo de James Ensor, Giorgio De Chirico, Max Ernst, Hans Richter, Pablo Picasso, Braque, Léger, Joan Miró, Jean Arp, Ismael Nery, Portinari, Vieira da Silva e Guignard.
Além das obras que pertenceram à coleção pessoal de Murilo Mendes, o MAM também possui uma expressiva coleção de obras contemporâneas, originárias de doações de artistas, colecionadores e outros museus e instituições culturais do Brasil e do exterior.

Textos e imagens tirados do site do museu.
Categoria: Link
Escrito por CL às 08:02:04
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Círculo temporal

Círculo temporal
Na semana circular e no nosso universo imaginado, olhamos o tempo num vai e vem de palavras, cortamos os excessos, curtimos as preguiças, lambemos os lábios gulosamente, olhamos os dias num vai e vem de desejo sôfrego. Sexta feira véspera da véspera da partida para uma nova semana. Sabemos o tempo circular, sentimo-lo a espalhar-se dentro de nós com as raízes mais fundas, cheias de sal em águas de cantar.
© Constança Lucas 2006
Escrito por CL às 07:58:57
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que friooooooooooo
 ©Constança Lucas Acepções ■ adjetivo 1 que tem ou parece ter temperatura mais baixa do que a do organismo humano Ex.: <água f.> 2 em que normalmente faz frio, em que há baixa temperatura Ex.: 3 que conserva pouco calor Ex.: lençóis de linho são f. demais para serem usados no inverno 8 Derivação: sentido figurado. que sabe conservar a calma, que controla sentimentos Ex.: manter a cabeça f. 9 Derivação: por extensão de sentido, sentido figurado. sob controle, que não se manifesta (diz-se de sentimento) Ex.: uma raiva f. e surda 10 Derivação: sentido figurado. que denota reserva, que é pouco acolhedor, que não é caloroso Ex.: os aplausos do público foram f. 11 Derivação: sentido figurado. que carece de calor comunicativo Ex.: um escritor f. 12 Derivação: sentido figurado. lânguido, frouxo, sem vigor; inerte Ex.: tantos sofrimentos deixaram-lhe o coração f. 13 Derivação: sentido figurado. de temperamento fleumático, que não é dado a expansões de sentimentos, que se mostra impassível; insensível Ex.: 14 Derivação: sentido figurado. seco, duro, desprovido de afeto, de calor humano (diz-se de atitude, gesto etc.) Ex.: um olhar f. 15 Derivação: sentido figurado. indiferente e/ou insensível ao prazer sexual 16 Derivação: sentido figurado. que denota crueldade, ruindade; cruel Ex.: um ato de f. covardia 17 Derivação: sentido figurado. Regionalismo: Brasil. falso, forjado, fictício Ex.: 18 Derivação: sentido figurado. Regionalismo: Bahia. Uso: informal. não apimentado 19 Rubrica: artes plásticas. que absorve luz (azul, verde, violeta etc.) [diz-se da cor] 22 Rubrica: meteorologia. que se caracteriza por baixas temperaturas (diz-se de frente) Ex.: o noticiário informou que haveria uma nova frente f. no fim de semana 26 Derivação: sentido figurado. sensação advinda de uma emoção forte Ex.: um f. passou-lhe pela espinha 27 Derivação: sentido figurado. ausência de emoção, de paixão; indiferença, frieza 28 Derivação: sentido figurado. estado, condição de quem não apresenta ânimo, de quem se encontra desalentado; inércia frios sem poupar os sentimentos ou a sensibilidade de outrem . Etimologia lat. frigìdus,a,um 'frio'; ver frig(i/o)-
Sinônimos como adj.s.m.: ver sinonímia de devasso, malvado; como adj.: ver antonímia de afervorado e 1alegre
Antônimos afetuoso, animado, ardente, cálido, calor, caloroso, entusiasta, fervente, férvido, queimoso, quente; como adj.s.m.: ver tb. antonímia de devasso; como adj.: ver sinonímia de afervorado e 1alegre
no Dicionário Houaiss
Escrito por CL às 07:09:37
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 http://acpc.bn.pt/
 fotografia e manuscritos de Florbela Espanca


http://purl.pt/272/2/n10/n10_item9/P4.html
Escrito por CL às 07:21:10
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Lenine - letrista, cantor e músico
http://www.lenine.com.br/

Nem o sol, nem a lua, nem eu
autores: Lenine / Dudu Falcão
Hoje eu encontrei a lua Antes dela me encontrar Me lancei pelas estrelas E brilhei no seu lugar Derramei minha saudade E a cidade se acendeu Por descuido ou por maldade Você não apareceu Hoje eu acordei o dia Antes dele te acordar Fui a luz da estrela guia Pra poder te iluminar Derramei minha saudade E a cidade escureceu Desabei na tempestade Por um beijo seu Nem a lua, nem o sol, nem eu Quem podia imaginar Que o amor fosse um delírio seu E o meu fosse acreditar Hoje o sol não quis o dia Nem a noite o luar
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Escrito por CL às 07:27:51
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pequenas culpas
na rocha em que o mar bate, as cores ficam em alvoroço, almas das algas enroladas nos corpos coloridos de sol, a recusa é a culpa numa dor inexplicável deixamos de ouvir e sozinhos lambemos o sal

©Constança Lucas 2006
Categoria: Poesia
Escrito por CL às 22:29:05
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Visitem este Blog:

http://blog.alpharrabio.com.br/
Alpharrabio Caderno de registros, apropriações, inquietudes, intervenções
 Enquanto toma o seu chocolate, também há os que tomam café :) leia o Blog do Alpha
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Escrito por CL às 13:53:34
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